Menopausa pode transformar o bumbum; entenda o que acontece
2-VÍDEOS: DE COMO SE COMPORTAR NA MENOPAUSA!
ROTANEWS176 12/08/2026 18:00
Por Maria Fernanda da Silva Santos
Queda do estrogênio, perda muscular, envelhecimento e oscilações de peso estão entre os fatores que podem alterar firmeza, volume e aspecto da pele

Reprodução/Foto-RN176 Contorno dos glúteos – Divulgação
Durante a menopausa, as transformações no corpo feminino podem aparecer também nos glúteos. Redução de volume, perda de firmeza e aumento da aparência da celulite estão entre as queixas relatadas por mulheres nessa fase e podem estar associadas à queda dos níveis de estrogênio.
Porém, segundo a médica Danuza Alves, essas mudanças não têm uma única causa e não são necessariamente resolvidas com reposição hormonal.
Diretora médica da Clínica Leger de Porto Alegre e especialista em harmonização glútea, Danuza explica que o adesivo hormonal libera estradiol pela pele de maneira gradual e pode ser utilizado para aliviar sintomas da menopausa quando há indicação médica.
A especialista ressalta, entretanto, que a terapia hormonal não atua isoladamente sobre todas as alterações corporais. “A reposição pode melhorar vários sintomas da menopausa, mas não corrige sozinha a flacidez, a perda de volume ou as depressões da celulite. É preciso identificar o que realmente mudou no corpo antes de definir o tratamento”, afirma.
A diminuição do estrogênio pode afetar a produção de colágeno, a elasticidade da pele e a distribuição de gordura. Ao mesmo tempo, outros fatores podem interferir no formato da região, como o processo natural de envelhecimento, características genéticas, falta de atividade física, variações de peso e redução da massa muscular.
Por isso, a permanência de alterações nos glúteos não significa necessariamente que a reposição hormonal esteja inadequada. A avaliação deve considerar diferentes aspectos, incluindo pele, musculatura, volume, flacidez e irregularidades provocadas pela celulite.

RN176 O que é o ‘bombum triste’, alteração que pode aparecer durante a menopausa – Foto Divulgação Clinica Leger CO – Assessoria
Dependendo da situação, os cuidados podem envolver exercícios para fortalecimento, acompanhamento nutricional ou procedimentos voltados ao contorno corporal e à qualidade da pele.
A médica também ressalta que a terapia hormonal não deve ser modificada ou iniciada por conta própria. Adesivos, géis, comprimidos e implantes apresentam características diferentes e precisam ser indicados de acordo com cada caso.
“O hormônio pode melhorar muito a qualidade de vida quando bem indicado, mas não resolve automaticamente todas as transformações do corpo. A paciente precisa entender se a queixa é hormonal, muscular, estrutural ou relacionada à pele para receber uma indicação realmente adequada”, conclui.
RN176; Assistam aos 2 vídeos. O primeiro vídeo do Hospital Mater Dei Santa Clara tem a entrevista com as orientações da ginecologista Dra. Flavia Carvalho Guedes Narciso está no segundo e último vídeo da nutricionista funcional e especialista em saúde na menopausa, Catarina Stocco, que também dá orientações efetivas. Dê as suas conclusões dessas orientações para melhorar a vida da mulher na pré-menopausa e efetivamente na menopausa!
FONTE: IG DELAS E RN176


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