Guardas de base aérea se encontram depois de 50 anos de serem abduzidos

ROTANEWS176 09/09/2026 23:45

 “Não tenham medo.” Essa frase, historicamente associada a passagens bíblicas, foi exatamente a mesma que ecoou na mente de dois jovens guardas de segurança da Força Aérea dos EUA enquanto testemunhavam o impossível no topo de um silo de mísseis nucleares.

Reprodução/Foto-RN176 Crédito da imagem ilustrativa: n3m3/Grok

Na madrugada gelada de 5 de novembro de 1977, Mario Woods e Michael Johnson patrulhavam a Base Aérea de Ellsworth, no estado da Dakota do Sul. De repente, uma luz não identificada passou sobre uma ogiva nuclear ativa, e quatro figuras escuras se aproximaram do veículo, desencadeando um vácuo temporal de mais de cinco horas e um segredo militar que levaria meio século para vir à tona.

O contato imediato com extraterrestres

Naquela noite, os alarmes da base foram acionados após a detecção de uma falha de segurança no perímetro do míssil Minuteman. Ao chegarem em seu veículo, os guardas se depararam com uma luz gigantesca, do tamanho de um quarteirão, pairando muito perto do chão.

Subitamente, daquele brilho desceu uma esfera de escuridão tão densa que parecia “rasgar a realidade“. O objeto envolveu o veículo em questão de segundos, mergulhando os dois homens em um desmaio completo e inexplicável.

Quando recuperaram a consciência, estavam a mais de 13 quilômetros de distância, perto da barragem do reservatório de Newell. Johnson permanecia completamente catatônico ao volante, e o solo, antes congelado pelo frio do inverno, havia se transformado inexplicavelmente em uma lama espessa.

Sob regressão hipnótica, ambos se lembraram de entidades alienígenas realizando exames biológicos e procedimentos médicos dolorosos, incluindo perfurações específicas na cabeça e na coluna vertebral.

No entanto, o verdadeiro pesadelo começou quando retornaram à base, onde a reação do comando militar alterou para sempre o destino de ambos. Enquanto Woods, ciente dos riscos profissionais, optou por omitir a presença das entidades para manter sua autorização de segurança e permanecer em serviço, seu parceiro decidiu contar a verdade e descrever em detalhes as figuras vistas em frente ao veículo. A resposta da inteligência militar foi implacável: naquela mesma noite, ele foi submetido a um interrogatório agressivo após receber uma injeção de pentotal sódico, o infame “soro da verdade”.

Quando se recusou a retratar seu depoimento, Johnson foi rebaixado, relegado a funções servis e, por fim, expulso das Forças Armadas. Esse incidente destruiu seu futuro profissional e o mergulhou em décadas de uma vida sem-teto, alcoolismo e trauma.

Contato imediato do tipo humano

Durante quase cinco décadas, Woods tentou em vão encontrar seu antigo parceiro, recorrendo sem sucesso ao FBI e ao Escritório de Investigação de OVNIs do Pentágono.

A busca tomou um rumo decisivo graças ao programa de Jesse Michels, American Alchemy, onde um telespectador conseguiu localizar Johnson após assistir ao episódio em que Woods discutiu o assunto. Um breve telefonema mencionando a base e a data foi o suficiente para que o ex-soldado exclamasse sem hesitar: “Você quer dizer o OVNI?

Como parte da produção do programa, ambos os veteranos passaram por sessões separadas de hipnose regressiva com a especialista Yvonne Smith. Nas imagens exibidas durante a entrevista, seus relatos coincidiram de forma impressionante, detalhando as perfurações e os procedimentos médicos que sofreram a bordo da espaçonave, bem como a voz interior que repetidamente lhes dizia:

“Não tenham medo”.

Além da memória, havia evidências físicas convincentes. Johnson se lembrou de ter visto uma luva militar no chão brilhante do local. Após o incidente de 1977, Woods percebeu que sua luva direita — uma peça única que lhe fora dada por um piloto de B-52 — havia desaparecido, e descobriu que a mesma mão apresentava graves queimaduras por radiação.

Reprodução/Foto-RN176 O momento do encontro entre Mario Woods (à esquerda) e Michael Johnson. Crédito: American Alchemy.

O relato também acrescenta um nome fundamental na reconstrução dos eventos: o próprio Woods mencionou Rick Doty, um conhecido ex-agente do Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea (AFOSI), como um dos oficiais presentes durante seu tenso interrogatório após o ocorrido.

O programa também revelou que um médico de voo removeu amostras da pele queimada de Woods no final de 1977, um registro biológico confiscado pelo governo que permanece classificado, juntamente com análises teóricas que sugerem que a propulsão dessas aeronaves “não é construída mecanicamente, mas cultivada biologicamente“.

Após cinquenta anos de isolamento, medo e descrédito, o reencontro entre Woods e Johnson não apenas reconstrói um dos episódios mais impactantes da interação entre OVNIs e tecnologia nuclear durante a Guerra Fria, mas também proporciona uma reparação humana há muito esperada. Como o próprio Woods refletiu ao abraçar seu companheiro novamente:

“Por cinquenta anos, senti como se uma parte da minha vida estivesse faltando; hoje, a verdade finalmente está completa.”

[Para instruções de como ativar a legenda em português do(s) vídeo(s) abaixo, embora esta não seja precisa, clique aqui.
Alguns vídeos podem já ter suas legendagens ativadas ou ainda oferecer a capacidade de trilha sonora em português, que pode ser ativada de forma similar às legendas.]

RN176; Assista ao vídeo do caso de abdução, segundo informações, ocorrida há 50 anos entre 2 guardas na madrugada gelada de 5 de novembro de 1977, Mario Woods e Michael Johnson, na Base Aérea de Ellsworth, no estado da Dakota do Sul, nos Estados Unidos. Para ter uma boa compreensão, é necessário colocar as orientações acima em prática para obter legendas em português para entender o caso da abdução dos 2 guardas que patrulhavam a base Ellsworth em Dakota e seus reencontro depois de 50 anos do ocorrido!

FONTES: Fonte-MP OVNIHOJE E RN176

Publicar comentário

You May Have Missed