ROTANEWS176 30/04/2026 15:20
O caso ocorreu perto de Santana dos Montes (Conselheiro Lafayette, Minas Gerais) em 12 de janeiro de 1953, às 13h. Foi relatado pela testemunha, Maurício Ramos Bessa, ao Sr. Éber Silvestre — irmão de um membro da Sociedade Brasileira de Estudos sobre Discos Voadores (SBEDV) chamado Élder Silvestre.

Reprodução/Foto-RN176 Crédito da imagem ilustrativa: n3m3/Bing/GPT-4o
Em 1953, Maurício tinha 39 anos; trabalhava em um dos principais hospitais do estado de Guanabara havia dois anos e era natural do Rio de Janeiro. Santana dos Montes fica a três horas de carro de Conselheiro Lafayette. Após o casamento, Maurício se instalou na casa de um fazendeiro — um parente por afinidade — na fazenda Guarara, que fica a uma hora e meia de Santana. Naquele dia 12 de janeiro, ele foi à cidade fazer compras. Em sua viagem de volta, na metade do caminho, ele saiu da estrada principal para passar pelo portão da propriedade e pegar um atalho que reduziria significativamente a distância a ser percorrida — pois atravessar aquela propriedade de uma ponta à outra a pé levaria dois dias.
Ele passava perto de um curral e de um pequeno bosque de eucaliptos e bambus, atravessando um trecho de terreno plano plantado com feno, quando se assustou ao ver um objeto luminoso à distância, diretamente à sua frente. Devido à topografia local, perdeu o objeto de vista por um breve momento. Meia hora depois, avistou-o uma segunda vez, agora a apenas seis metros de distância. Era uma nave menor que um Volkswagen Sedan — brilhante e de cor metálica — pairando a 1,30 metro do chão; era achatada na parte inferior e oval na superior. A testemunha parou para observá-la. O objeto estava então a dois metros do veículo quando, repentinamente — após dois minutos —, uma abertura surgiu e, com um movimento de inclinação, uma escotilha se abriu. Duas pessoas saltaram para o chão, que naquele ponto específico não estava coberto de feno.
Os dois ocupantes da estranha nave vestiam trajes de um tom plúmbeo — opacos, porém brilhantes — e cada um ostentava uma pequena esfera luminosa na ponta do calçado (que parecia ter um formato quadrangular). Mauricio Ramos, que estava a dois metros de distância deles, começou a sentir uma dor de cabeça que se intensificava progressivamente. Uma das figuras segurava um cilindro — medindo de 12 a 14 centímetros de comprimento e de 3 a 4 centímetros de diâmetro — que ele fincou no solo, retirando-o imediatamente em seguida. O instrumento sofreu uma transformação em sua aparência, encurtando e tornando-se mais arredondado na mão do usuário. As duas figuras recuaram lentamente em direção ao disco, com os rostos voltados para Mauricio. A nave executou um movimento de inclinação para baixo e — embora a escotilha não tenha tocado o solo — eles entraram na embarcação sem precisar saltar. A testemunha supôs que eles “deviam saber exatamente o que estavam fazendo“.
Ele não presenciou o fechamento da escotilha nem a ascensão da nave, pois sofria de uma dor de cabeça tão intensa que não conseguia enxergar nada. Quando a pressão que sentia na cabeça cessou repentinamente, nenhum vestígio da nave permaneceu. Ele retornou para casa como de costume, sem sentir mais nada fisicamente — nem naquele dia, nem no seguinte. Ao relatar os detalhes do avistamento, Mauricio afirmou que, através da escotilha aberta da nave, vislumbrou um terceiro ocupante — alguém que permaneceu completamente imóvel e parecia estar olhando para fora. O traje desse indivíduo parecia ser uma peça única, sem costuras, zíperes, bolsos ou costuras. Suas mãos e dedos também estavam envoltos nesse mesmo material, assim como seu pescoço e rosto; o traje peculiar possuía uma abertura na parte superior para permitir que o usuário enxergasse. No entanto, a testemunha não conseguiu ver os olhos do indivíduo.
Aqueles homens tinham entre 1,30 e 1,40 metros de altura e usavam um objeto retangular brilhante — aproximadamente de 3 por 5 cm — no peito. Suas cabeças pareciam mais achatadas que as nossas. Seus movimentos também eram mais rápidos, particularmente os do homem que coletava amostras de solo.
Mais tarde, a testemunha foi inspecionar o buraco feito no chão, que tinha 5 cm de profundidade e 3 cm de diâmetro. Ele não observou pegadas no solo seco e argiloso. Não ouviu nenhuma conversa entre os seres, embora um deles tenha feito sinais para o outro — talvez três vezes — usando movimentos de cabeça. Maurício não lhes fez perguntas, pois sentia que eles eram superiores a ele; no entanto, ele acredita que o convidaram a entrar em sua nave, mas ele estava apavorado demais e não soube como responder. O céu naquele dia estava nublado.
Em 1954, ele relatou esse estranho incidente a Homen Rodrigues, repórter do jornal O Globo.
FONTES: Fonte OVNIHOJE










