Atividade física
ROTANEWS176 08/08/2026 08:10
MATÉRIA DA DIVISÃO FEMININA DA BSGI
Por Divisão Feminina da BSGI
Um cuidado que acompanha todas as fases da vida

Reprodução/Foto-RN176 Desenho artístico de ilustração da matéria
Querida amiga, tudo bem?
No mês de agosto, celebramos os 79 anos da conversão de Ikeda sensei ao Budismo Nichiren. Convidamos todas a renovar a determinação de conquistar muitas vitórias, sempre com profunda e eterna gratidão ao nosso querido mestre.
Para inspirar esse novo passo, o grupo Fukuchi (corpo de dança da Divisão Feminina) preparou uma matéria muito especial. Vamos ler, refletir sobre a sua mensagem e, acima de tudo, pô-la em prática em nosso dia a dia.
Os benefícios atividade física para a saúde do corpo e da mente
Às vezes, cuidar da saúde começa de um jeito simples. Pode ser uma caminhada, alguns minutos de alongamento ou uma brincadeira para movimentar o corpo. Aos poucos, o esforço inicial pode virar uma pausa agradável no seu dia.
Quando ouvimos “atividade física”, é comum imaginarmos academia, desempenho ou aparência. Mas o movimento é muito mais que isso: proporciona disposição, alivia a tensão, fortalece o corpo e conserva a autonomia para seguir perto do que nos faz bem.
Você pode começar de onde está. Caminhar, pedalar, subir escadas, cuidar do jardim, brincar, praticar esportes e tarefas cotidianas ajudam a vencer a inatividade. Para quem retoma uma rotina, guarde este lembrete: todo movimento conta.
Um cuidado que cresce com a gente
Na infância e na adolescência, a atividade física favorece o crescimento saudável, fortalece músculos e ossos e ajuda no desenvolvimento da coordenação, do equilíbrio e da convivência. Nas brincadeiras e nos esportes, crianças e jovens descobrem habilidades, cooperam e ganham confiança.
Na vida adulta, manter-se ativo ajuda a atravessar com disposição uma rotina cheia de compromissos. O movimento cuida do coração, melhora o condicionamento, fortalece músculos e articulações e pode auxiliar na prevenção ou no controle de problemas como hipertensão e diabetes.
Com o passar dos anos, estar em movimento continua fazendo diferença. A prática regular ajuda a preservar massa muscular, força, mobilidade e equilíbrio, reduzindo quedas e favorecendo a independência. É segurança para caminhar, cuidar da casa, encontrar amigos e participar da comunidade.
Não é preciso praticar exercícios intensos para sentir os benefícios. Atividades leves ou moderadas também fazem a diferença quando realizadas com frequência. Se passou muito tempo parado, comece devagar e respeite seus limites. Mais importante que fazer tudo de uma vez é construir uma continuidade possível.
Um respiro no meio da rotina
Em alguns dias, a mente parece não descansar. Nesses momentos, movimentar o corpo abre uma pausa nas preocupações. A atenção se volta para a respiração, os gestos e as sensações, ajudando a diminuir a tensão. Essa mudança de foco pode reduzir o estresse e colaborar no enfrentamento da ansiedade e da depressão.
Ter uma prática regular cria objetivos e traz sensação de progresso. Com o tempo, podem surgir melhoras no sono, na disposição, na autoestima e na confiança. Em grupo, há espaço para conversar, criar vínculos, trocar apoio e sentir que fazemos parte de algo.
Vale lembrar: o exercício não substitui acompanhamento médico ou psicológico quando necessário. No entanto, ele pode integrar o cuidado, apoiar tratamentos e ajudar cada pessoa a estar presente e ativa na construção da própria saúde.
Encontre uma atividade que faça sentido
Há opções para cada momento da vida. Caminhada, corrida, ciclismo e natação melhoram o condicionamento cardiorrespiratório. Musculação e resistência fortalecem músculos e ossos. Ioga, pilates e alongamentos ajudam em mobilidade, postura, respiração e equilíbrio. Hidroginástica e práticas aquáticas oferecem movimentos com menos impacto. Esportes coletivos favorecem a cooperação e a convivência, enquanto as lutas desenvolvem disciplina, coordenação e autoconfiança.
Não existe uma escolha certa para todo mundo. Idade, saúde, rotina, preferências, acesso e condicionamento precisam ser considerados. O presidente Ikeda orienta: “Para prevenir o envelhecimento precoce, é aconselhável adotar algum tipo de exercício físico adequado ao estilo de vida e condicionamento físico da pessoa”.1
Essa orientação reforça um lembrete: a melhor atividade não precisa ser a mais intensa ou aquela que está na moda. Pode ser a que cabe na realidade e permite segurança, regularidade e satisfação. Quando sentimos prazer, continuar se torna mais leve e natural.
Quando o movimento encontra a música
Entre tantas possibilidades, a dança reúne exercício, música, expressão e convivência. Ao acompanhar o ritmo e aprender passos, a pessoa trabalha condicionamento, coordenação, equilíbrio, memória, atenção e consciência corporal. Além disso, encontra espaço para expressar emoções, sorrir, relaxar e se aproximar de outras pessoas.
A dança e as transformações da mulher
Para a mulher, dançar pode ser uma maneira carinhosa de acolher as transformações do corpo e da vida. Mudanças hormonais, maternidade, envelhecimento, rotina de cuidados e experiências podem modificar a forma de se enxergar. A dança favorece postura, mobilidade, equilíbrio, confiança e expressão, sem cobrar um corpo ideal ou o retorno ao corpo de outra fase.
Entre essas transformações está o climatério, período que antecede e acompanha a menopausa. Nessa etapa, podem ocorrer mudanças no sono, no humor e na saúde muscular, óssea e cardiovascular. A atividade física ajuda a preservar força e autonomia, enquanto a dança acrescenta prazer, memória, socialização e conexão afetuosa com o corpo.
Comece do seu jeito
Parques, praças, centros esportivos e culturais, unidades do Sesc, Unidades Básicas de Saúde (UBS), polos do Programa Academia da Saúde, universidades e projetos comunitários podem oferecer atividades físicas e aulas de dança gratuitas ou acessíveis. Consulte a programação local e escolha uma prática adequada às condições. Comece como puder, sem buscar perfeição. Dê o primeiro passo com calma, respeitando seu ritmo. Seu corpo merece cuidado, acolhimento e movimento.
Um forte abraço!
Divisão Feminina da BSGI e grupo Fukuchi
Convidamos você

Reprodução/Foto-RN176 Desenho ilustrativo da matéria
A se unir a nós e a orar “muito mais daimoku” no “Desafio dos Cem Dias”, que segue até 12 de setembro.
Lembre-se:
Esse movimento é de acordo com seu objetivo.
Lance seu desafio diário e realize-o no horário que melhor lhe convier.
Nota:
1. IKEDA, Daisaku. Nova Revolução Humana. São Paulo: Editora Brasil Seikyo, v. 25, p. 270, 2019.
FONTE: JORNAL BRASIL SEIKYO=JBS



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