ROTANEWS176 12/07/2025 12:10
NOTÍCIA DIRETO DA REDAÇÃO DO JBS

Reprodução/Foto-RN176 Profa. Dra. Luciene Tognetta dialoga com os pais, ao lado do diretor Rodrigo Conceição, num ambiente proposto para tratar de uma educação mais humana, empática e transformadora. Foto: BS
“Convivência Positiva: O Papel da Família e da Escola” foi o tema escolhido pelo Colégio Soka do Brasil para debater com os pais um dos desafios mais sensíveis da vida escolar: o bullying.
A palestrante convidada, Profa. Dra. Luciene Tognetta, é referência em temas como ética, convivência e prevenção ao bullying. Ela discursou para os pais dos alunos reunidos de forma presencial e on-line, no dia 24 de junho.
“Temos a responsabilidade de cuidar, respeitar e proteger as próximas gerações em todos os aspectos do processo educativo”, enfatizou o diretor Rodrigo Conceição na abertura do encontro, emocionado em ver tantos pais dispostos a dialogar sobre o que realmente importa. “Nosso encontro de hoje consolida o compromisso que assumimos, como esco-la e como famílias, com nossos estudantes Soka”, frisou.
Reflexos silenciosos
“Precisamos garantir que nossos filhos não sejam nem autores nem vítimas de violência”, afirmou a Profa. Dra. Luciene Tognetta, reforçando que conversar sobre os problemas que nos afligem como pais é pensar em como proteger nossos filhos hoje — e formar adultos íntegros amanhã.
Ela destacou o compromisso do Colégio Soka com uma convivência verdadeiramente cuidadosa — baseada no acolhimento, na prevenção e no desenvolvimento humano. Em seguida, compartilhou um caso real que viralizou nas redes sociais: um pai que, tomado pela emoção, agrediu um aluno durante uma festa escolar. “Quem somos nós para julgar esse pai, tomado pela dor ao ver seu filho agredido? Como olhamos para ele e dizemos que está errado, sem compreender sua dor?”
O episódio deu início a um diálogo profundo entre os pais, que compartilharam suas angústias e questionamentos.
Educação com afeto

Reprodução/Foto-RN176 Foto de ilustração da matéria
Para a professora, educar exige presença, escuta e, acima de tudo, intencionalidade: “Dizer ao filho ‘Agora é hora de guardar o computador. Você quer guardar sozinho ou precisa de ajuda?’ é ensinar com firmeza e carinho. Da mesma forma, quando ele sofre uma agressão, precisamos dizer ‘Você não deve permitir que ninguém o maltrate. Você merece respeito’”.
A palestra terminou com a reflexão da especialista: “Quando reconhecemos os sentimentos dos nossos filhos, estamos lhes ensinando a reconhecer os sentimentos dos outros. É assim que formamos seres humanos empáticos, conscientes e capazes de transformar o mundo ao seu redor”.
Assista a palestra completa e reflita ainda mais sobre esse tema
FONTE: JORNAL BRASIL SEIKYO










