Egito anunciará descoberta arqueológica em 2026 que “reescreverá a história”

ROTANEWS176 19/11/2025 02:25

O renomado egiptólogo Zahi Hawass afirmou que uma nova descoberta arqueológica dentro da Grande Pirâmide de Gizé “reescreverá a história” e será anunciada ao mundo em 2026.

Reprodução/Foto-RN176 Crédito da imagem ilustrativa: n3m3/leonardo.ai

Em um painel de discussão na Feira Internacional do Livro de Sharjah, no sábado, 8 de novembro, Hawass acrescentou:

Esta grande descoberta é uma nova passagem de 30 metros de comprimento, detectada com equipamentos avançados, que termina em uma porta que reescreverá um capítulo da história dos faraós.

O uso de tecnologias de ponta, incluindo robôs avançados, permitiu que sua equipe alcançasse áreas dentro da pirâmide que antes eram inacessíveis.

Hawass afirmou que finalmente realizará dois de seus desejos: o primeiro é a descoberta do túmulo de Imhotep, o gênio da arquitetura que construiu a Pirâmide de Degraus de Djoser, a pirâmide egípcia mais antiga da história, e o segundo é a descoberta do túmulo de Nefertiti.

O túmulo de Imhotep foi finalmente encontrado?

Imhotep foi um engenheiro e médico do antigo Egito, considerado um dos arquitetos mais famosos do Egito Antigo.

Atribui-se a ele a construção do complexo piramidal do Rei Djoser durante a Terceira Dinastia do Antigo Império.

Hawass observou que Imhotep foi o primeiro a fazer a transição da construção com tijolos de barro para a construção com pedra e o primeiro a usar colunas e telhados na história.

Segundo ele, a descoberta da tumba de Imhotep seria a descoberta arqueológica mais importante da história, talvez até maior do que a descoberta da tumba de Tutancâmon, e afirmou ter provas de sua existência.

Hawass também falou sobre o Grande Museu Egípcio, chamando-o de “um dos maiores museus do mundo, dada a sua coleção: mais de 5.000 artefatos dos tesouros do Rei Tutancâmon, exibidos em sua totalidade pela primeira vez“.

Ele também mencionou sua campanha para repatriar antiguidades egípcias de museus ao redor do mundo, enfatizando que essa questão não é meramente uma preocupação nacional, mas “um direito histórico e cultural que deve ser restaurado”.

FONTE: OVNI HOJE