O piloto que sobreviveu a um acidente com OVNI

ROTANEWS176 01/04/2025 16:20

O encontro aterrorizante de um piloto mexicano com três OVNIs e uma colisão no ar em 1975 continua sendo uma história de gelar o sangue. Quem eram eles? O que eles queriam?

Reprodução/Foto-RN176 Representação do contato imediato segundo a testemunha (esquerda).

Era a manhã de 3 de maio de 1975. Depois de completar um voo de rotina de Zihuatanejo para a Cidade do México, o piloto Carlos de los Santos Montiel, de 23 anos, preparou sua aeronave Piper PA-24 e decolou para o Aeroporto Internacional Benito Juárez.

Enquanto sobrevoava o sinal VHF Omnidirecional, Carlos notou algo estranho à distância. Ao se aproximar, ele pôde ver claramente: uma nave cinza, em forma de disco, menor que seu avião, que começou a seguir sua asa esquerda. No topo havia o que parecia ser uma cabine, com uma janela escura.

Atônito, ele sentiu uma sensação estranha, como se estivesse sendo observado do outro lado do avião. Virando a cabeça, ele descobriu outra nave idêntica voando ao lado de sua asa direita.

Carlos começou a se sentir inquieto. Mas antes que ele pudesse reagir, um terceiro objeto apareceu diretamente na frente do avião, descendo rapidamente sob a fuselagem. Instintivamente, ele inclinou o nariz do avião para ver para onde a aeronave estava indo, mas estava perto demais. A colisão foi inevitável: o objeto atingiu e arranhou a fuselagem, danificando o trem de pouso.

Perda de controle

Naquele momento, Carlos perdeu completamente o controle de seu Piper. Cercado pelos três objetos desconhecidos, ele temeu o pior: um ataque iminente. Seu instinto de sobrevivência o levou a tentar manobrar para longe deles, inclinando seu avião para a direita na esperança de atingir o OVNI que o escoltava, mas foi inútil. As naves continuaram a dominar completamente a aeronave, guiando-a e forçando-a a subir a uma altitude perigosa.

O pânico tomou conta dele. O rápido aumento da pressão na cabine era fatal, e Carlos sabia que precisava agir imediatamente. Com o pouco controle que lhe restava, ele conseguiu entrar em contato com a torre de controle na Cidade do México e enviou um pedido desesperado de ajuda, gritando “Mayday!” de novo e de novo. Em meio à sua angústia, ele conseguiu descrever o que estava acontecendo:

—Tenho três objetos não identificados voando ao meu redor! Estou voando fora de controle, o avião não está respondendo! Eu não estou controlando o avião!

Da torre, disseram-lhe para reduzir a velocidade e descer, mas Carlos, com a voz embargada, explicou que não podia. A certeza de que seu destino estava selado o invadiu completamente.

E então, quando tudo parecia perdido, o inesperado aconteceu. De repente, os objetos começaram a se afastar. Em uma velocidade incrível, eles seguiram em direção ao vulcão Popocatépetl e, em questão de segundos, desapareceram de vista. Naquele momento, Carlos sentiu o controle do avião retornar às suas mãos.

Abandonado à sua sorte

Embora tenha conseguido notificar a torre de controle de que havia recuperado o controle, ele ainda enfrentava um problema sério: o trem de pouso estava danificado e não conseguia descer corretamente. Em resposta à emergência, o aeroporto liberou a pista e ordenou um pouso forçado.

Reprodução/Foto-RN176 O Piper PA-24 de Carlos.

Carlos sobrevoou o aeroporto quase uma dúzia de vezes, procurando desesperadamente por uma solução. Por fim, ele encontrou uma chave de fenda e, numa tentativa improvisada, conseguiu estender o trem de pouso e pousar em segurança.

Ele foi tratado em uma clínica local e, após testes, nenhuma substância foi encontrada em seu organismo. Ele foi declarado em perfeita saúde e autorizado a continuar voando.

Prova irrefutável

Dúvidas sobre sua história foram dissipadas quando os operadores de radar da torre de controle, Julio César Interián Díaz e Emilio Estañol López, testemunharam que haviam observado os mesmos objetos descritos por Carlos em tempo real.

O pesquisador de OVNIs, Miguel Romero, confirmou que um relatório oficial foi elaborado pela Direção Geral de Aeronáutica Civil, por meio do Gabinete da Autoridade Aeronáutica do Aeroporto Internacional da Cidade do México, em 8 de maio de 1975.

Consequências e acobertamento

O caso atraiu atenção internacional e vários meios de comunicação tentaram entrevistar Carlos. Ele foi até investigado pelo Projeto Blue Book sob a supervisão do astrônomo J. Allen Hynek, que analisou avistamentos oficiais de OVNIs para o governo dos EUA.

Mas a coisa mais perturbadora aconteceu depois. Em diversas ocasiões, Carlos foi visitado por aqueles que ele só conseguiu descrever como “Homens de Preto“. Ele foi avisado para não falar sobre o incidente ou sua família sofreria as consequências.

Apesar das ameaças, Carlos permaneceu firme em sua decisão de tornar pública sua história. Até hoje, ele continua falando sobre o estranho evento que vivenciou.

Ele continuou sua carreira como piloto sem grandes incidentes, mas aquele dia em 1975 mudou para sempre sua perspectiva sobre o que realmente habitava os céus do México… e sobre o poder perturbador que aquelas aeronaves pareciam exercer sobre seu avião.

FONTE: OVNI HOJE