ROTANEWS176 28/02/2026 11:45
ENCONTRO COM O MESTRE
Por Dr. Daisaku Ikeda
Ikeda sensei discorre, nestes incentivos selecionados, sobre a importância de compartilhar com as outras pessoas a felicidade manifestada ao praticarmos o budismo.

Reprodução/Foto-RN176 Dr. Daisaku Ikeda, ele foi; pacifista, filósofo, escritor, fotógrafo, poeta e líder budista da SGI atualmente era o Mestre e Presidente da Soka Gakkai Internacional — Foto: Seikyo Shimbun
Ainda que você ofereça muitas riquezas a uma pessoa, isso não é garantia da felicidade absoluta. O que garante a felicidade absoluta é o shakubuku. Os membros da Soka Gakkai realizam essa prática. Desde a minha juventude, também pratico de coração o shakubuku. Agir assim é a preciosa e eterna “lembrança de sua presente vida neste mundo humano.
Terceira Civilização, ed. 520, dez. 2011, p. 26.
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A propagação é o sangue vital de uma religião. Uma religião cujos adeptos não se empenham para difundi-la perde sua função básica: chegar ao coração das pessoas e ajudá-las. O presidente Josei Toda declarou que a Soka Gakkai é uma organização para propagar o budismo.
Ao fazer isso, ele definiu a missão da organização: propagar os princípios do verdadeiro humanismo, concretizar a paz na Terra e assegurar a felicidade de toda a humanidade.
Terceira Civilização, ed. 603, nov. 2018, p. 46.
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O Budismo de Nichiren Daishonin é o budismo da semeadura. Uma vez que a pessoa tem contato com o Nam-myoho-renge-kyo, recebe em sua vida a semente do estado de buda, por mais breve que tenha sido esse contato.
Essa semente não se extingue e certamente brotará no devido tempo. Por essa razão, o importante é a “pessoa de ação” e a “pessoa que propaga”, pois é ela quem cria esse precioso relacionamento. Por causa disso, são incalculáveis os benefícios e a boa sorte de quem propaga o budismo.
O contato de alguém com o budismo da semeadura, mesmo que seja ouvindo “uma única frase”, será o suficiente para assentar em seu coração a semente do estado de buda, inextinguível por toda a vida.
Empenhem-se em promover o diálogo budista e em criar laços de amizade mesmo que as pessoas não venham a praticar a fé no momento em que ouvem sobre o budismo. O ato de plantar a semente do estado de buda por meio da “semeadura pela audição” equivale à prática do shakubuku. Por favor, tenham plena convicção de que os benefícios recebidos quando plantamos a semente são absolutamente iguais aos benefícios quando uma pessoa venha a despertar e iniciar a prática da fé.
Brasil Seikyo, ed. 2.286, 8 ago. 2015, p. B4.
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Shakubuku é o ato de “levar Nichiren Daishonin” à casa da pessoa. Que ação tão sublime e grandiosa! Por isso, aqueles que se empenham arduamente, com todas as forças, nas atividades da organização são os mais nobres indivíduos. As pessoas que se dedicam arduamente, com suor e lágrimas, ao kosen-rufu são mais preciosas que aquela que se torna celebridade ou uma pessoa de poder.
Com certeza, Daishonin haverá de louvar e abraçar esse membro sério e sincero da Gakkai mais que qualquer outra pessoa. Essa prática da fé, simples e honesta, conduz a uma vida verdadeiramente honrosa. Esse tipo de pessoa é o tesouro do kosen-rufu. É o tesouro da Soka Gakkai.
A Gakkai será eternamente o reino das pessoas comuns. Elas são o alicerce e o grande solo de todas as coisas.
Idem, ed. 2.668, 12 out. 2024, p. 4.
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Nós somos bodisatvas da terra que nascemos nesta era com o desejo de lutarmos juntos pelo kosen-rufu.
Ao orarmos Nam-myoho-renge-kyo com a consciência dessa missão e dessa profunda relação cármica, uma ilimitada força e sabedoria emergem do âmago da nossa vida.
Fazer shakubuku é a ação mais sublime de um buda. Por isso, desafiem realizar shakubuku com máxima alegria e vivacidade.
Shakubuku é o mais supremo e nobre ato humano porque valoriza incondicionalmente cada pessoa destinando-lhe sinceros e incansáveis incentivos.
Idem, ed. 2.399, 9 dez. 2017, p. C4.
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Fé é “força para viver”. Fé é a “fonte de felicidade”. Quem se empenha nas atividades da SGI, aplicando o princípio da “prática individual e altruística (aos outros)”, manifesta vivacidade e entusiasmo. Jamais é infeliz.
Realizar shakubuku não é algo fácil, mas não existe causa maior para seu próprio desenvolvimento.
Pelo princípio de “desejos mundanos são iluminação”, a medida de seus esforços e desafios para fazer shakubuku é o exato tamanho da sua felicidade.
Preocupar-se sinceramente com a realização de shakubuku é, em si, a grande preocupação de um buda. Por isso, quem realiza o shakubuku já está na condição de vida de um buda.
Ibidem.
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A propagação sempre deve ser uma oportunidade para estreitar os laços de amizade e de confiança. Vivemos numa época na qual as pessoas falam superficialmente e carecem do verdadeiro diálogo. Quando falamos do budismo para nossos amigos, estamos promovendo o verdadeiro diálogo, partilhando experiências alentadoras com base na consideração e na preocupação por eles, a quem convidamos a trilhar conosco o caminho da verdadeira e plena felicidade.
Terceira Civilização, ed. 603, nov. 2018, p. 46.
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O shakubuku não está restrito apenas a falar sobre doutrinas budistas difíceis. Não há necessidade de complicar as coisas. Você pode simplesmente compartilhar, sem rodeios e de forma honesta, suas experiências reais, sua alegria e convicção no poder da fé na Lei Mística. São palavras verdadeiras. Por exemplo, dizendo a alguém: “Com certeza você se tornará feliz com esta prática budista”; “Recitar Nam-myoho-renge-kyo transformará a sua vida”; e, “Não há dificuldade que não possa ser superada com essa oração”.
Palavras sinceras vindas do puro desejo da felicidade de um amigo; palavras de convicção e alegria que brotam das profundezas da vida; palavras de coragem e esperança para dissipar sofrimentos de um amigo — tudo isso são palavras que despertam a natureza de buda intrínseca dos outros. É por isso que compartilhar “mesmo uma única frase” por si só é uma ótima maneira de realizar o shakubuku, e porque esse nobre empenho certamente fará surgir boa sorte e maravilhosos benefícios.
Terceira Civilização, ed. 551, jul. 2014, p. 46.
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Tudo passa. Tanto as inebriantes alegrias como os dilacerantes sofrimentos se desvanecem como um sonho. No entanto, gostaria de afirmar que a lembrança de termos vivido ao máximo a própria existência jamais desaparece. As lembranças de termos nos dedicado sinceramente ao kosen-rufu são especialmente eternas. Tudo o que permanece e adorna a nossa vida no fim é o que fizemos ou a forma como contribuímos para o mundo durante a nossa existência, sabendo quantas pessoas ajudamos a se tornar felizes e quantas pessoas nos são gratas por termos ajudado a transformar a vida delas para melhor.
Brasil Seikyo, ed. 2.254, 6 dez. 2014, p. B3.
FONTE: JORNAL SEIKYO SHIMBUN










