Realizada Convenção da África Oriental

ROTANEWS176 11/07/2026  08:35

NOTÍCIA DIRETO DA REDAÇÃO DO JORNAL SHIMBUN=JSS

Por Seikyo Shimbun

Reprodução/Foto-RN176 Foto comemorativa da convenção promovida em Nairóbi, capital do Quênia (21 jun. 2026). Fotos: Seikyo Press

No dia 21 de junho, foi promovida, em Nairóbi, capital do Quênia, a Convenção da África Oriental, abrindo uma nova porta do kosen-rufumundial. O encontro teve a participação de aproximadamente 220 membros do Quênia, de Uganda, da Tanzânia e de Ruanda, além da comitiva da SGI em visita à África, liderada pelo diretor-geral da SGI, Yoshiki Tanigawa. Antes da atividade, houve uma cerimônia de concessão de Gohonzon.

Membros de Uganda viajaram trinta horas de ônibus; da Tanzânia, 28 horas — e não demonstravam cansaço. Muitos, mesmo enfrentando dificuldades econômicas, problemas familiares e doenças, desafiaram as circunstâncias e traziam no coração os que não puderam comparecer.

Desde a histórica Convenção da Esperança da África, ocorrida em Togo, no dia 3 de maio do ano passado, que contou com a presença de cerca de mil companheiros de 24 países, os membros da região não pararam de se empenhar rumo a novas vitórias do kosen-rufu.

Os preparativos no Quênia começaram em março. O desafio de oração sem precedentes, com a meta de 12 milhões de daimoku, foi amplamente superado.

Na convenção realizada este ano, a diretora-geral da SGI-Quênia e conselheira da África Oriental, Masumi Odari, lembrou que a afirmação de Ikeda sensei de que “o século 21 será o século da África” é um chamado à ação. Conclamou os presentes a abrir o futuro do kosen-rufua partir da África Oriental, unida pelo juramento seigan.

Representantes de Uganda, de Ruanda e da Tanzânia apresentaram as atividades de cada país e expressaram suas decisões. Integrantes da Divisão Feminina de Jovens (DFJ) do Quênia compartilharam suas experiências na prática da fé.

Na cerimônia de concessão que antecedeu à convenção, dezessete pessoas receberam o Gohonzon das mãos da diretora-geral Odari.

Reprodução/Foto-RN176 Cerimônia de concessão de Gohonzon

O diretor-geral da SGI, Yoshiki Tanigawa, elogiou a luta diária dos valorosos bodisatvas da terra ali reunidos. Citando o Sutra do Lótus — “Deve compreender que essas pessoas renunciam voluntariamente às recompensas merecidas pela pureza de suas ações; e por se compadecerem dos seres vivos, elas nascem neste mundo maléfico, após eu ter entrado em extinção, para expor amplamente este sutra”—, destacou que é justamente no confronto com as aflições reais que a oração se aprofunda e uma força vital ainda maior é manifestada.

Mencionando o princípio de “carma adotado por desejo próprio” (ganken ogo), enfatizou: “Por mais rigorosa que seja a situação, se este é um destino que escolhemos, não há como não conseguir superá-lo”. E ressaltou: “A partir desta convenção, vamos nos levantar com renovada decisão e edificar o ‘continente do século 21’ repleto de esperança!”.

Na sequência, houve uma sessão de perguntas e respostas. Ao ser questionado sobre como propagar a fé em meio a uma sociedade de forte influência religiosa, o diretor-geral Tanigawa incentivou: “Mais que ‘explicar’ o budismo, é fundamental atuar com sinceridade no local em que estamos. Nossa conduta para superar dificuldades e nos desenvolver como seres humanos é o que transmite a grandiosidade dessa prática da fé”.

Dessa forma, os companheiros da África fortaleceram ainda mais seu juramento seigan pelo kosen-rufu. (Publicada no Seikyo Shimbun do dia 25 de junho de 2026)

Nota:

  1. Cf. The Lotus Sutra and its Opening and Closing Sutras [Sutra do Lótus e seus Capítulos de Abertura e Conclusão]. Tradução: Burton Watson. Tóquio: Soka Gakkai, p. 200.

FONTE: JORNAL SEIKYO SHIMBUN=JSS