“Sempre haverei de vencer”

ROTANEWS176 29/03/2025 08:35                                                                                                                              RELATO DIRETO DA REDAÇÃO DO JBS

Ao assumir o leme da sua vida, Wagner Massini triunfa na saúde, no trabalho e na harmonia familiar.

 

Reprodução/Foto-RN176 Wagner Alexandre Massini demonstra sua alegria após conquistar sucessivas realizações, já coordenador da DS da Coordenadoria Centro-Leste Paulistana (CCLP) e vice-coordenador do Grupo Ohjokai da BSGI – Foto: BS

Viver é como navegar pelo oceano em meio a ondas calmas, ora furiosas tempestades. Às vezes, é como estar em um barco à deriva, mas, se tivermos um farol a iluminar o caminho, a vitória pode ser construída. Eu me chamo Wagner Massini, moro na zona leste de São Paulo, SP, desde que nasci, e permaneço agarrado ao mastro da prática do Nam-myoho-renge-kyo e da Soka Gakkai há 37 anos, comprovando a força dessa filosofia da esperança.

Em 1988, era um jovem que vivia sem sentido, quando então fui convidado para um encontro esportivo, convite que aceitei depois de muita insistência. Agradeço a cada um daqueles que me jogaram uma corda no mar de sofrimentos em que me encontrava.

Minha primeira reunião foi inesquecível, na qual fui abraçado por todos. Uma memória incrível que guardo, foi quando ouvi uma canção da Soka Gakkai e meu coração achou seu lugar. Um ambiente sadio, de pessoas gentis. Encontrei meu mestre, Daisaku Ikeda, e suas orientações são meu guia. Neste ano, 2025, chego aos 52 anos com imensa gratidão, e sigo ancorado na determinação de inspirar pelo exemplo e jamais ser derrotado.

Reprodução/Foto-RN176 Com a família reunida

Como precioso tesouro da juventude, trago minha participação no Festival Cultural de 1990, em São Paulo, e na sequência minha atuação no Gajokai por quase duas décadas. Nesse grupo, aprendi sobre convicção, esforço e persistência, diretrizes do Mestre aos integrantes. A alegria é saber que já somos três gerações do Gajokai, meu irmão, filho e genro.

Ser referência

Para tudo, necessitamos ser exemplo. É o que aprendemos. Quando comecei a namorar minha esposa, Claudia, por ser de outra religião, ela não entendia o significado da minha atuação na organização. Chegou a ponto de dizer “Eu ou a Gakkai”. Eram várias “tretas”, mas criei coragem e disse a ela que, para minha felicidade ser completa, precisaria de ambos. E segui as orientações de que tudo depende de nossa conduta e ação. Eu mudei! Neste ano também, completo 37 anos ao lado da minha “rainha da felicidade”, sendo 32 de casados.

Vencer e vencer

Ao atuar na proteção das sedes, a missão do Gajokai, e a de jamais ser derrotado na participação do Kofu, criei reais condições de ter uma casa própria, o castelo da família. Para isso, de novo, tudo é o primeiro passo. Lembro-me do dia que fui para uma feira em um bairro distante para vender meias e assim consegui contribuir com o Kofu, que seria no mesmo dia. No grupo horizontal, fui treinado a chegar sempre meia hora antes, nunca me atrasar.

Essa conduta me garantiu ser funcionário exemplar na empresa onde estou até hoje. São 24 anos de trabalho com muita gratidão. Obtive assim condições de atuar na recepção de Ikeda sensei na visita ao Brasil e de ir ao Japão em agradecimento em 2007.

Reprodução/Foto-RN176 Concessão de Gohonzon para sua nora, Ingridy, ao lado de Renan, filho mais novo

São conquistas preciosas e devido ao fato de viver uma juventude de valor. Como integrante da Divisão Sênior, mantenho meu juramento. Foi com a prática do Nam-myoho-renge-kyo que transformamos o alcoolismo do meu pai, os vícios e as drogas do meu irmão e a falência nos negócios. Também converti em alegria a gravidez precoce da minha filha Letícia, que há nove anos me deu a netinha Lara, e maio reserva-nos a chegada de Benjamin.

Vitória na saúde

Em fevereiro de 2024, uma grande onda se agigantou à minha frente. Após um fim de semana de intensas atividades, tive uma febre forte e, dois dias depois fui internado com uma grave infecção. Permaneci 24 dias em situações adversas, e a cada novo boletim médico determinei não ser derrotado. Na organização, muitas orações e companheirismo. Também recebi um vídeo de incentivo da diretoria da empresa e dos meus colegas. Quanta gratidão!

Nos momentos angustiantes, não perdi de vista o farol da convicção, o coração do Mestre a me incentivar. Saí do hospital vitorioso. Vencemos ainda a situação em que meu filho Renan sofria pelo desemprego em meio ao início do casamento. Ele triunfou em tudo e sua esposa, Ingridy, se converteu ao budismo da Soka Gakkai no último dia 16 de março, o significativo dia do juramento dos jovens sucessores. Pode existir alegria maior?

Reprodução/Foto-RN176 Em atuação com os pilares de ouro

Como disse no início, as canções da Gakkai sempre embalaram a minha vida e, para mim, são fonte de inspiração. Hoje, atuo cobrindo extensa área que vai da extrema Zona Leste ao centro da cidade de São Paulo. Há muito a fazer, e, com a Liga Monarca, venho sendo ombro e braço para quem eu encontre. Compartilho altivamente, como pilar de ouro, esse trecho da nossa canção, Pilar da Nação, na certeza de que “Meu coração é Gakkai / E sinto orgulho de ser / Sou um guerreiro da paz mundial / Sempre haverei de vencer.”

Tenho eterna gratidão ao Gohonzon, ao Mestre e aos companheiros pelas minhas conquistas até agora, que não foram poucas, e por aquelas que ainda hei de conquistar.

Ikeda sensei, conte sempre comigo! Muito obrigado!

Wagner Alexandre Massini, 52 anos, executivo de vendas. É coordenador da DS da Coordenadoria Centro-Leste Paulistana (CCLP) e vice-coordenador do Grupo Ohjokai da BSGI.

FONTE: JORNAL BRASIL SEIKYO