Este homem afirma que existem múltiplas bases na Lua – incluindo uma enorme arca antiga – e pessoas vivendo lá…

2-VÍDEOS: DA MATÉRIA PARA MELHOR ENTENDIMENTO! –

ROTANEWS176 30/12/2025 18:28

Jorge Pabon, ex-paraquedista do Exército dos EUA que serviu até 30 de agosto de 2024, revela seu nome e rosto verdadeiros pela primeira vez em uma entrevista no YouTube com Clayton Morris no programa “Redacted“.

[ATENÇÃO: Não há comprovação da veracidade de alguma ou todas as informações constantes neste artigo, o qual é publicado aqui meramente para cumprir a missão do OH e estimular uma discussão entre leitores na área de comentários.]

Reprodução/Foto-RN176 Jorge Pabon. Crédito: Redacted/YouTube

Ele já havia compartilhado histórias anonimamente sob o pseudônimo de “JP” com o ovniólgo Dr. Michael Salla, que as documentou em livros. Pabon afirma que está se manifestando agora correndo grande risco pessoal para si e para sua família, mas recebeu sinal verde de certas pessoas ligadas a Washington para falar sobre tópicos específicos.

Ele serviu como 91J (intendente e reparador de equipamentos químicos), trabalhou com purificação de água e era frequentemente requisitado como tradutor, pois fala espanhol, português e alguns outros idiomas.

Ele foi designado para o 7º Grupo de Forças Especiais (embora deixou claro que ele próprio não era um Boina Verde; ele se autodenomina um paraquedista “Boina Vermelha”) e alcançou a patente de E-4.

Ele diz que soldados de baixa patente como ele geralmente eram os enviados para as missões reais, enquanto oficiais de alta patente permaneciam em locais seguros.

Antes de entrar para as forças armadas, Pabon morava em Orlando, na Flórida, onde limpava piscinas, instalava câmeras de segurança e fazia música. Ele começou a fotografar OVNIs por volta de 2007-2008, incluindo naves triangulares TR3B e objetos em formato de charuto.

Homens misteriosos com equipamento tático (às vezes usando balaclavas) se aproximavam dele em vans ou caminhonetes brancas e lhe diziam exatamente quando e onde olhar para fotografar a aeronave.

Ele chama esses homens de “white hats” (“chapéus brancos”) que queriam que a informação vazasse. Ao mesmo tempo, outros grupos de homens armados o abordavam, o interrogavam e mandavam que ele parasse de compartilhar as fotos.

Depois de enviar uma foto de um TR3B para o Dr. Michael Salla e isso chamar a atenção da mídia, ele perdeu o emprego. Os homens “bons” então o encorajaram a se alistar no Exército para que o assédio parasse. Ele se alistou aos 34 anos, e as forças armadas mudaram sua vida para melhor.

Pabon descreve missões secretas das quais participou enquanto servia no Exército. Ele fez parte de equipes multinacionais que incluíam forças especiais americanas de diferentes ramos, bem como pessoas de outros países.

Nessas missões, eles usavam equipamentos táticos pretos e eram transportados por helicópteros ou aeronaves Osprey até grandes navios da Marinha que podiam submergir parcialmente para se esconderem.

De lá, eles foram para o fundo do mar para visitar enormes navios antigos, as chamadas “arcas”, estruturas gigantescas do tamanho de três estádios de futebol ou maiores, que estão na Terra há centenas de milhares ou possivelmente milhões de anos.

Ele visitou uma perto da região das Bermudas, na Flórida, e afirma que existem outras espalhadas pelos oceanos do mundo, incluindo perto de Porto Rico, ao sul do Havaí, próximo à Califórnia, ao sul da Índia, entre a Venezuela e Porto Rico, no Ártico e na Antártica.

Essas arcas estão vivas; elas têm consciência, exalam um cheiro agradável de feno misturado com algas e baunilha, e parecem ter um batimento cardíaco.

Agora, extraterrestres nórdicos altos e loiros as controlam. Lá dentro, existem diferentes departamentos e salas, e algumas áreas se conectam a cidades subterrâneas onde humanos e nórdicos vivem e trabalham juntos. Essas cidades são multicamadas, mas menores do que grandes metrópoles como Nova Iorque, e funcionam mais como bases sem crianças.

Pabon afirma ter sido escolhido para missões por parecer ter uma habilidade natural para invocar ou se comunicar com naves extraterrestres, possivelmente através de oração ou meditação. Ele já viu OVNIs aparecerem em conferências onde palestrou, e sua esposa e filhos também testemunharam avistamentos dessas naves.

Ele descreve ter visto nórdicos treinando pilotos de países signatários dos Acordos de Artemis no Alabama, dentro de uma caverna, usando veículos em formato de disco voador. Ele também viu “pessoas-formiga” (seres com olhos grandes e cabelos semelhantes a dreadlocks que vivem no subsolo, similares às histórias dos índios Hopi) e, à distância, um alienígena cinza durante uma estranha missão envolvendo a movimentação de grandes quantidades de ouro.

Ele acredita que os EUA possuem tecnologia muito avançada — centenas de anos à frente — incluindo propulsão antigravitacional, manipulação do espaço-tempo e tecnologia quântica, grande parte dela desenvolvida por meio da cooperação com extraterrestres amigáveis, como os nórdicos. Ele afirma que muitos avistamentos de OVNIs hoje são, na verdade, naves construídas pelo homem usando essa tecnologia emprestada, embora algumas ainda sejam extraterrestres. Os países trabalham juntos secretamente nesses programas, apesar das rivalidades públicas.

Ele menciona a oposição ao desacobertamento. Existem “forças obscuras” (não as forças armadas regulares ou as empresas contratadas pela defesa) que não querem que essas informações sejam divulgadas, possivelmente devido a antigos contratos inquebráveis. Ele já foi ameaçado com armas e até mesmo agredido com chutes no rosto por pessoas agressivas que usavam aeronaves avançadas para fins maliciosos. Mesmo assim, ele acredita que o desacobertamento acontecerá em breve, possivelmente em fases, e que 2026 poderá ser um ano crucial.

Múltiplas bases lunares

Ele fala abertamente sobre sua única viagem de que se lembra a uma base lunar, sobre a tecnologia avançada de cura chamada camas médicas, sobre os Stargates e salas de salto para viagens instantâneas, e sobre o lado espiritual de tudo o que testemunhou.

Pabon afirma que existem várias bases na Lua, incluindo pelo menos uma grande arca antiga semelhante às que ele descreveu sob os oceanos da Terra na primeira parte.

Essa arca é parcialmente visível na superfície, mas em sua maior parte está subterrânea, localizada em algum lugar entre o lado visível e o lado oculto da Lua (ele não pode indicar o local exato). Muitos países estão envolvidos em operações lunares.

Ele revela que existem pessoas vivendo na Lua com aparência indiana, pele escura e traços tradicionais da Índia. Elas são extremamente espirituais, combinam tecnologia avançada com suas tradições espirituais e pilotam naves em formato de ovo.

Essas naves estão ligadas à antiga cultura indiana (ele menciona vimanas de textos antigos). Pabon acredita que esses habitantes da Lua às vezes visitam a Terra e que os EUA recuperaram algumas de suas naves em formato de ovo em operações de resgate após acidentes.

Um desses seres, a quem ele chama de “Lovent”, certa vez o buscou em uma nave em formato de ovo. Ele afirma que o OVNI em formato de ovo mostrado em uma reportagem recente da NewsNation sobre a recuperação de um acidente é quase idêntico aos que ele já viu.

Ele se lembra de ter sido transportado para a Lua apenas uma vez, em um grupo com outros militares e civis, a bordo de uma nave semelhante à TR3B, de formato triangular. A viagem o fez desmaiar e, quando acordou, eles já estavam lá.

A nave entrou em um antigo túnel vulcânico revestido com um belo material semelhante ao cobre. Dentro da base lunar, o ar é rarefeito, mas respirável e proporciona uma sensação refrescante, similar à de grandes altitudes na Terra.

Existe muita água cristalizada na Lua, e tecnologia avançada extrai oxigênio dela. A base possui seções mais recentes construídas por humanos (possivelmente em cooperação com os nórdicos) e partes mais antigas que se assemelham a estruturas de estilo romano antigo, construídas em grandes cavernas.

A própria Lua emite um zumbido constante, quase como um motor. Pabon acredita que a Lua inteira está viva ou que, na verdade, é uma enorme nave antiga estacionada lá há muito tempo.

Ele questiona se seria possível movê-la para mais perto da Terra e causar ondas gigantescas ou reinicializações da civilização, embora enfatize que não está tentando espalhar o medo.

Enquanto esteve na Lua, seu trabalho era principalmente garantir a segurança. Ele conta que as missões costumam usar soldados de baixa patente que já tiveram experiências de contato com extraterrestres, pois essas situações se tornam normais para eles. Ele não viu instalações comuns como banheiros ou refeitórios; todos tomavam comprimidos especiais antes da visita, que pareciam suprir as necessidades fisiológicas. A visita pareceu ter um ritmo acelerado, durando talvez algumas horas.

Pabon fala sobre a tecnologia de portais para viagens instantâneas. Ele já viu grandes Stargates, grandes o suficiente para naves passarem por eles, e “salas de salto” menores que causam tontura e náusea antes da pessoa aparecer repentinamente em outro lugar. Ele acredita que alguns estejam localizados em importantes bases da Força Aérea dos EUA, como Eglin (possivelmente também ligadas ao novo quartel-general da Força Espacial no Alabama). Em uma dessas instalações de Stargate, ele encontrou “pessoas más” agressivas que agem como guardas e punem qualquer um que olhe para cima ou saia da linha.

Grande parte da entrevista se concentra em camas médicas, dispositivos de cura avançados que vão muito além da medicina atual.

Pabon usou pessoalmente um desses equipamentos na Base Aérea de Eglin. Ele ficou deitado em uma cápsula cheia de gel adesivo, conectada a fios, sem poder se mover do pescoço para baixo. Coletaram sangue dele, e ele desmaiou durante parte do tempo.

Depois, ele se sentiu muito melhor, quase como se pudesse correr três quilômetros em 12 minutos novamente. Ele diz que a tecnologia foi emprestada de extraterrestres, mas também pode ser perigosa se usada indevidamente, e é por isso que ainda não foi liberada para o público.

Quando chegar a hora, a distribuição será gradual, feita por diferentes empresas especializadas em determinadas condições, e as pessoas podem precisar de medicamentos ou vacinas preparatórias primeiro. Também existem leitos médicos na base lunar.

Ele menciona outras tecnologias avançadas, incluindo dispositivos que podem transferir consciência (como no filme Avatar) e “varinhas de salamandra” curativas que podem regenerar membros perdidos.

Ele tentou construir uma varinha de cura em casa após receber instruções de um ser nórdico, mas desconhecidos invadiram sua casa e roubaram tudo. A mesma coisa aconteceu com um amigo da Força Aérea que trabalha com tecnologia.

Pabon fala brevemente sobre viagens além da Lua. Ele tem memórias ou sonhos de ter visto Júpiter e os anéis de Saturno de perto. Ele diz que uma empresa multinacional (não apenas dos EUA) extrai materiais dos anéis de Saturno e de outros lugares do sistema solar.

Ele defende os astronautas da Apollo, dizendo que eles realmente foram à Lua, mas em missões diferentes daquelas que foram mostradas publicamente, focadas em estabelecer conexões em vez de apenas plantar bandeiras ou dirigir veículos exploradores.

Ele ama as forças armadas, considera o ingresso na carreira militar a melhor decisão da sua vida e afirma não ser um delator, mas sim alguém que recebeu permissão para compartilhar certas partes da sua história. Ele acredita que um desacobertamento completo acontecerá em etapas e que o amor e a espiritualidade são as mensagens mais importantes que as pessoas devem absorver de tudo isso.

[Para instruções de como ativar a legenda em português do(s) vídeo(s) abaixo, embora esta não seja precisa, clique aqui.
Alguns vídeos podem já ter sua legendagem ativada.]

RN176; Para assistir o esses 2-vídeos e para ter um bom entendimento é indispensável pôr em prática as orientações acima literalmente para poder entender a matéria. Deixe a sua opinião de entendimento do assunto!

FONTE: OVNIHOJE E RN176