Em nova entrevista, Bob Lazar explica de que material são feitos os OVNIs e como eles são propulsionados

ROTANEWS176 09/04/2026 16:21

Em entrevista recente com Joe Rogan para promover a estreia do documentário S4: The Bob Lazar Story, o físico revelou mais uma vez os segredos da instalação mais bem protegida da Área 51.

Reprodução/Foto-RN176 Captura de tela do trailer do documentário

Acompanhado pelo diretor Luigi Vendittelli, o pioneiro na exposição de projetos de engenharia reversa de OVNIs ofereceu detalhes surpreendentes sobre a tecnologia que testemunhou em primeira mão.

Durante a reunião, a magnitude dessas descobertas e seu potencial para conceder poder absoluto sobre as nações foram analisados. Quanto à importância desse conhecimento, Lazar foi enfático ao afirmar que possuir uma fonte de energia tão avançada permitiria a qualquer país dominar os demais sem resistência:

“Essa tecnologia tem a capacidade de conquistar o mundo. Não há dúvida disso.”

A potência emanada desses sistemas supera em muitas ordens de grandeza quaisquer capacidades técnicas ou de armamento conhecidas pela nossa civilização atual.

Projeto Galileo e o enigma do “Modelo Esportivo”

Sob a estrutura da instalação secreta S4, o especialista foi designado para o “Projeto Galileo“. Este programa ultrassecreto dedicava-se exclusivamente à engenharia reversa de espaçonaves recuperadas de origem não humana, com o objetivo fundamental de decifrar como esses objetos manipulam a gravidade. Com base nessa premissa, Lazar obteve acesso a relatórios que localizavam a origem dos tripulantes no sistema estelar Zeta Reticuli, especificamente no quarto planeta desse sistema binário, situado a aproximadamente 39 anos-luz de distância.

O aspecto mais perturbador desses registros é que eles descreviam a captura dessas naves não apenas como acidentes recentes, mas como descobertas arqueológicas que permaneceram ocultas na Terra por um longo período. Essa natureza ancestral sugeria uma presença inteligente em nosso planeta muito antes do que se imaginava, desafiando até mesmo a noção linear do tempo.

Foi precisamente nesse contexto de mistério e investigação que Lazar teve contato direto com um disco voador, que ele batizou de “Modelo Esportivo“. O cientista escolheu esse nome informalmente devido à estética do objeto: era extremamente fino e elegante, com um acabamento metálico polido que lhe conferia uma aparência única e futurista.

Ele recordou sobre seu primeiro contato com a aeronave:

“Este disco em particular parecia estar em excelentes condições e, devido à sua aparência elegante, apelidei-o de modelo esportivo.”

Reprodução/Foto-RN176 O “Modelo Esportivo” recriado no documentário.

O coração deste veículo é um reator de antimatéria alimentado pelo Elemento 115. Como Lazar explicou na entrevista, este componente gera uma onda gravitacional fundamental que o dispositivo amplifica para distorcer o tecido do espaço-tempo ao seu redor.

Ele explicou ainda que a nave não voa no sentido tradicional, mas sim cria a sua própria gravidade e “cai” em direção ao seu destino. Ao eliminar efeitos como a inércia, esta extrema eficiência energética é o que sustenta o seu alerta sobre o potencial de domínio global por parte de qualquer nação que consiga replicá-la.

3D Blender e a reconstrução física de S4

Para alcançar a precisão visual do novo documentário, Vendittelli explicou que não se limitaram a simples animações, mas realizaram uma reconstrução técnica meticulosa de cada instalação. A réplica virtual foi criada utilizando 90% do software profissional de modelagem 3D Blender, com apenas 10% de auxílio de inteligência artificial. Essa abordagem permitiu que cada canto da base S4 e do “Modelo Esportivo” fosse construído manualmente por artistas digitais, com base estritamente nos esboços originais e nas memórias detalhadas de Lazar.

O processo de criação foi tão minucioso que permitiu aos cineastas testar leis físicas reais dentro do ambiente digital. Ao modelar a nave como uma unidade sólida e sem emendas, eles conseguiram verificar como as fontes de luz interagiam com as superfícies curvas descritas pelo físico. Essa metodologia técnica levou à descoberta acidental de que o projeto gerava os mesmos estranhos fenômenos ópticos que o protagonista do documentário se lembrava de ter visto em 1989.

Materiais impossíveis

A construção da nave é um dos aspectos mais intrigantes detalhados na conversa com Rogan. A estrutura parece ser feita de uma única peça contínua, sem vestígios de cabos, soldas ou conexões mecânicas visíveis entre suas partes. O técnico descreveu a sensação física quase palpável de se aproximar dessa tecnologia:

“Eu sentia esse campo elástico. Você podia pressionar para baixo, mas não conseguia chegar perto do reator; quanto mais perto chegava, mais ele te empurrava para trás.”

Lazar também afirma que a superfície funciona como um “eletreto“, um material com um campo elétrico estático permanente. Isso permite que a própria fuselagem atue como um condutor integral de energia, eliminando a necessidade de sistemas de fiação interna.

Durante a recriação no Blender, Vendittelli descobriu que esse material possui propriedades luminosas impossíveis, pois parece absorver ativamente a luz, impedindo que os fótons sejam refletidos normalmente em direção ao olho humano.

Ao tentar iluminar a réplica virtual com holofotes industriais de alta potência, a equipe de produção percebeu que o ambiente permanecia em penumbra constante. Esse fenômeno corresponde exatamente ao que Lazar descreveu décadas atrás sobre o que ocorreu originalmente na base S4. O material não é apenas escuro, mas parece “absorver” a luz, dificultando até mesmo a visualização das próprias mãos em frente ao rosto dentro da cabine.

O diretor destacou:

“Um mentiroso não incluiria um detalhe tão contraintuitivo e difícil de verificar como o fato das naves ‘devorarem’ luz. É algo que só alguém que estivesse a bordo poderia notar.”

Além disso, Vendittelli localizou mapas de 1941 que mostravam uma estrada de acesso direto à área montanhosa onde o cientista havia instalado os hangares secretos do S4. Essa estrada, que existia antes da área ser restringida, desapareceu de todos os mapas oficiais após a intervenção da CIA na década de 1950, fornecendo evidências físicas do apagamento administrativo da base.

A entrevista completa, que dura quase 3 horas, pode ser vista abaixo, seguida pelo vídeo do trailer do documentário:

FONTE: Fonte–MP E OVNIHOJE