ROTANEWS176 17/05/2026 10:45
Ingrid Honkala, de 55 anos, oceanógrafa que trabalhou com a NASA, disse ter tido experiências de quase morte aos 2, 25 e 52 anos de idade.

Reprodução/Foto-RN176 Crédito da imagem ilustrativa: n3m3/leonardo.ai
Para muitas pessoas, mesmo uma única experiência de quase morte pode ser um evento que afirma a vida, mas para uma mulher, isso não aconteceu apenas uma vez, mas três vezes.
O primeiro contato de Honkala com a morte aconteceu quando ela caiu em um tanque de água gelada com apenas dois anos de idade.
Ela disse à Jam Press:
“Naquele momento, eu não me sentia mais como uma criança em um corpo, mas como pura consciência, um campo de percepção e luz.
Foi como estar imersa em uma vasta inteligência repleta de amor, clareza e paz.”
Surpreendentemente, ela também se lembrou de ter visto sua mãe, que na ocasião estava a vários quarteirões de distância.
Ela recordou:
“A partir daquele momento, deixei de ter medo da morte.”

Reprodução/Foto-RN176 Ingrid Honkala, de 55 anos, acredita ter vislumbrado o que acontece depois da morte
Honkala passou por mais duas experiências semelhantes: uma após um acidente de moto aos 25 anos e outra quando sua pressão arterial caiu muito durante uma cirurgia aos 52 anos.
Ela disse:
“Essas experiências transformaram minha compreensão da própria vida.
Em vez de nos vermos como indivíduos isolados lutando para sobreviver, comecei a entender que podemos ser expressões da consciência experimentando a vida através de uma forma física.
Dessa perspectiva, a morte não parece o fim da existência, mas sim uma transição no contínuo da consciência.”
O tema das experiências de quase morte permanece controverso há muito tempo, com muitos cientistas argumentando que substâncias químicas liberadas no cérebro no momento da morte podem produzir esse tipo de sensação.
Outros, por sua vez, argumentam que essas histórias são evidência de que existe algo mais além da morte.
FONTES: Fonte OVNIHOJE










